terça-feira, 20 de dezembro de 2016

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Webinar discute plágio

A Editora Springer  realiza um webinar (conferência pela internet), no próximo dia 24, das 15h às 16h30, com a professora Marília Ferreira, da USP, sobre um panorama dos estudos sobre o plágio no Brasil. Ela vai abordar três aspectos: uma comparação entre as visões brasileira e anglófona; o tratamento dado ao plágio pela academia brasileira e os desafios que esse tema impõe a pesquisadores e pós-graduandos.
A capacidade da sala virtual é limitada a cem participantes e a inscrição é feita on-line. O participante deverá dispor de computador ou notebook com saída/caixa de som e internet banda larga e se conectar alguns minutos antes do início da sessão.
Marília Ferreira é mestre em Linguística Aplicada pela Unicamp (2000), doutora em Linguística Aplicada pela Penn State University (2005) e pós-doutora pela Universidade de Bath (2013). Atualmente, é professora livre-docente do Departamento de Letras Modernas da USP, atuando tanto na graduação quanto na pós-graduação.
Suas pesquisas se concentram em investigar o ensino-aprendizagem de língua estrangeira sob a ótica sócio-histórico-cultural e da atividade. Suas pesquisas têm se concentrado mais especificamente na investigação do letramento acadêmico em inglês e na promoção de seu ensino sob essa ótica. Em 2012, fundou o Laboratório de Letramento Acadêmico em Línguas Materna e Estrangeiras da USP, ocupando o cargo de coordenadora geral.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Centro de Memória da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência

Especialista fala sobre a importância da construção de um centro de memória que represente as ações da instituição ao longo de sua história e fortaleça seu desenvolvimento futuro
Preservar a memória de uma entidade é manter a sua história viva e, assim, fortalecer o seu desenvolvimento. Para isso, é importante conservar e organizar documentos de várias naturezas, como cartas, publicações, imagens, objetos. Com essa premissa, a professora Ana Maria Camargo, doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP) e uma das integrantes da Comissão da Memória da SBPC, apresentou uma palestra para os funcionários e colaboradores da instituição com dois objetivos: explicar a importância do “Centro de Memória da SBPC” – que resguarda, por meio de materiais e suportes variados, um misto de arquivo, biblioteca e museu; e para esclarecer a importância do trabalho individual na construção desse novo “espaço”.
O “Projeto Memória SBPC” foi criado em agosto de 2004 e já passou por várias etapas: levantamento, organização, conservação, restauração e análise descritiva do material acumulado nos seus quase 70 anos de existência. Em março de 2015, a SBPC retomou o projeto com uma nova equipe, coordenada pela historiadora Áurea Gil. Desde então, o acervo foi reorganizado e ganhou um espaço físico na sede da instituição. Em breve, estará disponível também em uma plataforma digital. O objetivo é criar um acervo da entidade, que estará disponível a estudantes, pesquisadores e tantos outros interessados em conhecer e estudar a trajetória dessa tão importante sociedade e seu trabalho para o desenvolvimento cientí­fico nacional.
Durante sua explanação, Camargo explicou que um centro de memória é uma área, setor ou unidade – dentro de cada instituição – que tem como objetivo reunir, organizar, conservar e produzir conteúdo a partir da memória institucional, presente tanto na documentação histórica da organização quanto na memória de seus colaboradores e de outros atores relacionados à vida da instituição.
Para ela, este espaço tem como objetivo resgatar e criar um elo entre o passado e o presente, tornando-se grandes setores de consultas para a instituição. “Os documentos são a matéria prima da memória institucional, em sua demanda por informação qualificada. O arquivo tem que representar a instituição”, disse.
Construir coletivamente
Segundo a historiadora, a memória de uma organização está também nos indivíduos que fazem parte da história da instituição. “É papel também desse Centro coletar a memória dessas pessoas, utilizando diversos arquivos, como por exemplo, recortes de jornais, fotografias da trajetória individual de cada um”, disse.
Claudia Masini d’Avila-Levy, secretária geral da SBPC, também destacou a importância da colaboração de todos que fazem parte da instituição. “A integração de todos com o projeto é fundamental para construirmos coletivamente uma história, um presente e um futuro para a SBPC”, concluiu.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Termo de parceria entre o Museu do Amanhã e o Science Museum

O Museu do Amanhã convida a imprensa para acompanhar nesta quarta-feira, dia 17 de agosto, a partir das 10h, o evento que marcará a assinatura do termo de parceria com o Science Museum Group, que responde pela bandeira Science Museum de Londres e suas instituições afiliadas. O objetivo é promover o intercâmbio de conteúdo na área da ciência, por meio de ações como exposições, artigos e debates internacionais. É o primeiro acordo da instituição britânica com um museu de ciência. Na ocasião, o diretor-presidente do Science Museum, Ian Bletchford, fará a apresentação “The Human Face of Science”, sobre o segredo do sucesso do museu londrino em desmistificar a ciência, ao mesmo tempo em que a transforma em obra de arte.
Estarão presentes: Ian Bletchford, diretor-presidente do Science Museum; Alex Ellis, embaixador do Reino Unido; Ricardo Piquet, diretor-geral do Museu do Amanhã; Luiz Alberto Oliveira, curador do Museu do Amanhã; e cientistas britânicos.
Parceria Museu do Amanhã e Science Museum Group
Dia: 17/08/2016
Local: Observatório do Museu do Amanhã (Praça Mauá, nº 1 – Centro)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Possibilidade de intercâmbio em Museologia

Matéria muito interessante sobre intercâmbio em Museologia.

Intercâmbio em Museologia

Artigo escrito pela bibliotecária Gabrielle Francinne Tanus* e publicado
no boletim UFMG de 21/03/2016
O crescimento da Museologia no país está relacionado com os esforços de professores e pesquisadores na construção e ampliação dos cursos de graduação e com as ações do Plano Nacional de Museus (PNM) e do Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Os investimentos do Governo Federal na área museológica, na última década, por meio das ações do Ministério da Cultura (MinC), tiveram reflexos na criação de novos museus e instituições que cuidam do patrimônio e da memória, o que gerou a necessidade de profissionais com formação em Museologia – os museólogos.
Ainda como parte integrante dessa política cultural, houve a criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia federal responsável pelo setor museológico e pelos museus federais. Nesse cenário, acreditamos que as ações em prol do crescimento e do fortalecimento das instituições museais despertaram também nas instituições de ensino superior o reconhecimento da importância de formar profissionais bem preparados para trabalhar nesses espaços.
É preciso, pois, divulgar a oferta dos cursos de Museologia no Brasil e algumas possibilidades de estudo no exterior, a fim de incentivar alunos e egressos a buscarem intercâmbio dentro do próprio país e em outros. Atualmente, são 17 cursos em funcionamento, distribuídos nas cinco regiões brasileiras: quatro cursos na Região Nordeste (UFRB, UFPE, UFBA e UFS); quatro na Região Sul (UFRGS, UFSC, UFPel e Unibave); seis cursos na Região Sudeste (UFMG, Ufop, Unirio, Unifai, Faeca e Unicastelo); dois na Região Centro-Oeste (UnB e UFG); um curso na Região Norte (UFPA). Além dos cursos de graduação, em sua maioria nas universidades públicas, existem também os cursos técnicos, de especialização e de pós-graduação em Museologia.
Há oportunidades de formação e aprimoramento para alunos (calouros e veteranos) e para os egressos dos cursos de Museologia, que podem realizar intercâmbios interinstitucionais. A experiência do intercâmbio possibilita outras vivências, troca de conhecimentos e proximidade com outras práticas museológicas, tão importantes para o fortalecimento do campo, além de do contato dos alunos com outras rotinas, outras realidades.
Para os interessados no intercâmbio internacional, existem possibilidades na Alemanha (Johannes Gutenberg-Universität Mainz; Ruhr Universität Bochum); na Argentina (Universidad Nacional de La Plata); na Austrália (University of Sydney; University of Canberra); no Canadá (Université du Québec; Université Laval); na Croácia (University of Zagreb); na Espanha (Universidad de Sevilla; Universidad de Jaén); nos Estados Unidos (Baylor University; University of Texas at Austin); na Finlândia (University of Applied Sciences); na França (Université Blaise Pascal; Université de Grenoble); na Holanda (Vrije Universiteit Amsterdam; Reinwardt academy); na Índia (University of Calcutta; Aligarh Muslim University; Jiwaji University); na Inglaterra (University Of Leeds; University of Manchester; University of Central Lancashire; University of Brighton); em Israel (Bezalel Academy of Arts and Design); na Itália (Università Degli Studi di Bologna; Università Degli Studi di Siena); no México (Escuela Nacional de Conservación, restauración y museografía); na Nova Zelândia (University of Massey); em Portugal (Universidade do Algarve; Universidade do Porto; Universidade de Évora), entre muitos outros países.
O curso de Museologia, como é chamado em nosso país, recebe, em outros lugares, denominações como Museum Studies, no caso dos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia. Na Europa, a formação do museólogo ocorre, sobretudo, em escolas de Artes, de História e em programas de Estudos Culturais. A Universidade do Porto, em Portugal, particularmente, oferta o mestrado e o doutorado em Museologia.
As universidades citadas representam apenas parcela de uma centena de possibilidades de intercâmbio, pois existem outros programas de graduação ou pós-graduação destinados a estudantes de Museologia, dada a natureza interdisciplinar das instituições museais e do campo do conhecimento. É importante ressaltar que o interessado em realizar intercâmbios deve estar atento ao grau do curso de Museologia oferecido no país de destino, porque, diferentemente do Brasil, em outros países é comum a oferta desse curso no nível da pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado).
Vale a pena também conferir no Setor de Intercâmbios da Diretoria de Relações Internacionais da UFMG a existência de convênios vigentes entre a UFMG e a instituição desejada, o que facilita esse trânsito.
Os museus e seus visitantes agradeceriam. Programem-se, e boa viagem!
*Doutoranda em Ciência da Informação e bibliotecária da Escola de Ciência da Informação (ECI) da UFMG


terça-feira, 12 de julho de 2016

UFPE e UFRN no ranking das revista Times Higher Education


Ranking da revista inglesa THE é considerado um dos mais relevantes na área de educação superior
As universidades federais de Pernambuco (UFPE) e a do Rio Grande do Norte (UFRN) constam entre as 50 melhores instituições de ensino superior da América Latina. A classificação publicada na quinta-feira, 7, pela revista inglesa Times Higher Education (THE), mostrou que as nordestinas alcançaram a 21ª e a 31ª posições, respectivamente no ranking.
Das cinco primeiras colocadas na América Latina três são brasileiras: pela ordem, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Pontifícia Universidade Católica do Chile, a Universidade do Chile e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O ranking é considerado um dos mais relevantes na área de educação superior.
A avaliação considera cinco grupos de critérios: ensino (ambiente de ensino), pesquisa (volume, investimento e reputação), citações (influência da pesquisa), perspectiva internacional (docentes, estudantes e pesquisadores) e transferência de conhecimento para a indústria (inovação).
Evolução
Informada a respeito desse desempenho da UFRN em âmbito continental, a reitora Angela Maria Paiva Cruz, observou que esse é um dos resultados do esforço institucional na busca da excelência no ensino, na pesquisa, extensão e inovação.  “Mas não chegaríamos a essa qualidade no ensino superior do RN se não fizéssemos a expansão regional, por meio da interiorização, e internacionalização, via acordos bilaterais de cooperação técnica para estudos de graduação e desenvolvimento de pesquisa”, colocou a reitora.
A gestora da UFRN fez questão de reconhecer a pesquisa como um elemento fundamental para a evolução da UFRN. “De 2011 para cá já ultrapassamos mais de 100 pedidos de patente, registro e/ou certificação de processos e produtos gerados por pesquisadores das mais diferentes áreas do conhecimento. Isso faz o diferencial de uma universidade”, disse Angela Paiva.
Times Higher
Anteriormente chamada de The Times Higher Education Supplement, Times Higher Education – THE - é uma revista inglesa que publica notícias, artigos e opiniões sobre educação superior.  Faz, também, rankeamento de instituições desse nível de ensino. Esse ranking é uma das três classificações internacionais de universidades mais influentes e observadas.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Divulgar é preciso: lugar de ciência é na rede social

Matéria fantástica e interessante para Editores de periódicos científicos.

Quase cinco horas por dia é o tempo médio que o brasileiro passa por dia na internet, boa parte dele em redes sociais, principalmente o Facebook. No ranking das mídias mais usadas no país, a TV já caiu para segundo lugar. E o uso do celular para acessar a internet está prestes a ultrapassar o do computador. É neste cenário midiático em constante transformação que as revistas científicas precisam garantir seu lugar. Daí a relevância da mesa “O papel das mídias sociais no periodismo científico” no último dia do workshop Desafios de revistas interdisciplinares: experiências do Reino Unido, Brasil e América Latina em história, ciências sociais e humanidades, realizado de 22 a 24 de junho de 2016 na Fiocruz, no Rio.