segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

USP lança guia para orientar cientistas no relacionamento com a imprensa

A Superintendência de Comunicação Social (SCS) da Universidade de São Paulo (USP) disponibilizou o guia “De cientista para jornalista – noções de comunicação com a mídia”, de autoria das jornalistas Luiza Caires e Aline Naoe.
O material mostra a estrutura de comunicação da USP e os canais de contato com a mídia que estão à disposição. São oferecidas orientações práticas para acessar esses canais, explicações do funcionamento da mídia, a diferença de linguagem dos veículos, como fazer um tema virar pauta, redigir um press release, saber a rotina dos jornalistas e quando contatá-los.
“Cientistas que usam bem a mídia e estão presentes nos meios de comunicação conquistam bons resultados para eles próprios, para seus projetos e para suas organizações”, disse Caires ao Jornal da USP.
As autoras destacam que faz parte da missão da USP tornar acessível a um público mais amplo o conhecimento e a inovação que a universidade produz. Ações de difusão da ciência também ajudam a população a tomar decisões na vida diária de maneira mais bem informada, melhorando a qualidade de vida.
O guia tem 27 páginas e está disponível livremente em formato pdf na internet.
Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/28-usp-lanca-guia-para-orientar-cientistas-no-relacionamento-com-a-imprensa/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Lá se vão 4 meses da tragédia do Museu Nacional

Não podemos esquecer a tragédia do incêndio do Museu Nacional. Lá se vão quatro meses.
Hoje ao receber a newsletter do Jornal da Ciência, deparei-me com a seguinte notícia acerca da busca de recursos para a recuperação do Museu Nacional.
Recomendo a leitura da matéria:
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O diretor do Museu Nacional do Rio de Janeiro, Alexander Kellner, está em Brasília para buscar diálogo com o novo governo e pedir a continuidade das ações para a recuperação do local. Ele participou da posse do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, e afirmou que a recepção foi positiva. “O ministro chegou a segurar um botton com os dizeres Museu Vive.”
Ontem (2) fez quatro meses desde o incêndio que destruiu 90% do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, na Quinta da Boa Vista. O espaço recebeu ajuda do governo federal e, também, de organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a reconstrução. Segundo o diretor ainda falta muito a ser feito.
Por estar ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolver pesquisas e ter também função cultural, a instituição está sob os cuidados de três ministérios: da Educação (MEC), da Cultura (MinC) e do MCTI. “O primeiro passo que estamos buscando é justamente o contato com o governo”, disse. A prioridade é a manutenção do apoio financeiro do MEC para o escoramento do edifício. “O resgate é a principal tarefa agora e para fazer o resgate é preciso estabilizar o prédio”.
Kellner ainda não tem audiências agendadas. Junto ao MinC, ele vai pleitear apoio aos projetos e também recursos. A pasta não liberou nenhum recurso financeiro até o momento para a reconstrução do museu. Junto ao MCTI, a busca é por ajuda para a reconstrução do prédio de laboratórios.
“O Museu Nacional é um bem que transcende tudo. Essa situação negativa que aconteceu com o Museu repercutiu muito mal para o país. Acho que é do interesse de todos a reconstrução do Museu o quanto antes. Recebemos mais de 5 mil cartas e manifestações de instituições de dentro e fora do país lamentando a situação”, defende o diretor.
Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/6-em-brasilia-diretor-do-museu-nacional-busca-apoio-do-novo-governo/

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Revista PG&C publica nova edição

Prezados

A revista Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C) lançou, no dia 26/12, a sua mais nova edição (v. 8, n. 1, set./dez. 2018).

Recomendo conferir os itens que compõem a referida edição: http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pgc/issue/view/2073

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Curso de Especialização em Museus, Identidades e Comunidades na Fundação Joaquim Nabuco

Ontem, dia 18/12, ocorreu o Seminário Novos Conhecimentos na Museologia Brasileira, conforme divulgado neste Blog.

Durante o evento, houve o lançamento do Curso de Especialização em Museus, Identidades e Comunidades.

O curso tem como público-alvo: detentores de diploma de nível superior; museólogos e outros profissionais de museus, professores e demais profissionais, bem como pessoas interessadas e/ou com experiência em cultura, memória e patrimônio.

O curso é presencial, com início em março de 2019.

As aulas ocorrerão na Fundação Joaquim Nabuco ás segundas, terças e quartas-feiras, das 19 às 22 horas.

Inscrições (até 1-2-2019), matrículas e curso gratuito.

Edital em: http://www.fundaj.gov.br/images/stories/edital_museu_novo_28_11_2018.pdf


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Parabéns pelo seu dia, Museólogo!!!

A data hoje é para celebrar o Dia do Museólogo.

O dia 18/12 dedicado aos Museólogos foi instituído em 2004, 20 anos após a regulamentação da profissão em 1984.
Parabéns Museólogos pelo seu dia!!!

A comemoração hoje será no Seminário Novos Conhecimentos na Museologia Brasileira que ocorrerá na Fundação Joaquim Nabuco, Recife, às 19 horas.




Em comemoração ao dia do Museólogo, o Museu do Homem do Nordeste e a Escola de Inovação e Políticas Públicas da Fundação Joaquim Nabuco promovem o seminário “Novos Horizontes na Museologia Brasileira”. O seminário acontece na sede da Fundação Joaquim Nabuco, Rua Henrique Dias, 609 – Derby, Recife, nesta terça-feira (18), às 19h, com entrada gratuita.

O seminário conta com a presença de três pesquisadores da área da Museologia. A Professora Luciana Ferreira da Costa, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Doutora em História e Filosofia da Ciência, abrirá as conferências dos pesquisadores convidados com apresentação dos resultados de investigação sobre cenários da Museologia Brasileira no século XXI. Átila Tolentino, Mestre em Sociologia, irá expor a construção das memórias e identidades representadas na narrativa expositiva do Museu Comunitário Vivo Olho do Tempo. Já Hugo Menezes, Doutor em Antropologia Cultural, trará reflexões sobre o neoliberalismo e a gestão do Museu do Amanhã.

Na ocasião será apresentado o Curso de Especialização em Museus, Identidades e Comunidades, proposto pelo Museu do Homem do Nordeste e pela Escola de Inovação e Políticas Públicas, com inscrições abertas até o dia 1º de fevereiro de 2019. Haverá, também, lançamentos dos livros "Espaços que suscitam sonhos: narrativas de memórias e identidades no Museu Comunitário Vivo Olho do Tempo", de Átila Tolentino e Mónica Franch, e "Museologia no Brasil, Século XXI: Atores, Instituições, Produção Científica e Estratégias", da Professora Luciana Ferreira da Costa. 

Mais informações pelos telefones: (81) 3073-6347 / 6227 / 6335 / 6368.
Fonte: 
Agência de Notícias da UFPB - Com assessoria

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

O Museu, as fake news e a pós-modernidade

Compartilho aqui no Blog artigo do pesquisador do Museu Nacional, Marcos Raposo, o qual foi veiculado no Blog Ciência & Matemática do Jornal O Globo.
Vale a pena a leitura e a reflexão!
Podemos analisar cada fato histórico em diferentes perspectivas. Uma delas é a perspectiva pontual, de causalidade imediata. Outra é a perspectiva histórica, que apresenta, na verdade, vários graus de aproximação.
O incêndio no Museu, há quase três meses agora, foi causado, em um nível mais imediato, pelas primeiras fagulhas de fogo. Olhando-se em uma perspectiva um pouco mais contextualizada, entretanto, vemos o descaso histórico de autoridades como um agente tão nocivo quanto o próprio fogo. Da mesma forma, no caso das famosas “fake news” podemos culpar a primeira pessoa a elaborar a tal notícia falsa ou apontar, em uma perspectiva mais ampla, como responsáveis, as redes sociais e sua total falta de filtros. As trágicas consequências de ambos os processos para nossa cultura e democracia são bastante bem conhecidas e não serão discutidas neste texto.
Aqui nós exploraremos um movimento histórico muito mais amplo, temporalmente mal delimitado e definido, mas que se impõe como potente pano de fundo responsável por inúmeras tendências que vivem deixando os observadores do mundo em que vivemos atônitos. Falamos aqui da pós-modernidade ou da condição pós-moderna como é comumente referida.
Ela, a pós-modernidade, pode ser entendida, simultaneamente e paradoxalmente, como o mais belo fruto do modernismo e também como uma aguda consequência de seu maior fracasso. Ela é uma conclusão inevitável dos avanços científicos e filosóficos da modernidade e, portanto, boa, mas é também o desalento de quem, não atento às advertências de Platão, conferiu ao nosso conhecimento um poder maior do que ele de fato poderia possuir.
O modernismo, no campo dos saberes, foi marcado pelo positivismo lógico que tem no inglês John Locke (1632-1704) um de seus maiores ícones. Nessa época, que configura um tipo de continuação do Iluminismo, havia uma enorme euforia e expectativa com a explosão do conhecimento. O saber prometia nos explicar absolutamente tudo: a nossa natureza como animais; o surgimento das galáxias, estrelas e, consequentemente, da terra; a relação entre diferentes compostos; e a própria existência de leis universais.
Mais que isso, como aponta Harvey (1989) em sua obra Condição Pós-moderna, nesse período os “escritores estavam possuídos da extravagante expectativa de que as artes e as ciências iam promover não somente o controle das forças naturais como também a compreensão do mundo e do “eu”, o progresso moral, a justiça das instituições e até a felicidade dos seres humanos”…
Entretanto, ainda nas palavras desse autor, “o século vinte, com seus campos de concentração e esquadrões da morte, seu militarismo e duas guerras mundiais, sua ameaça de aniquilação nuclear e sua experiência de Hiroshima e Nagasaki certamente deitou por terra esse otimismo.” Como se isso não bastasse, a modernidade culminou com a destruição da crença em um saber total, completo, assim como resultou em uma ciência forçadamente tão aberta que deixou de se autoproclamar como totalmente distinguível de outras formas de saber. Esse processo, denunciado inicialmente em Nietzsche, um contumaz crítico da racionalização exagerada que dominava toda a filosofia ocidental, cristalizou-se nas obras de filósofos como Gaston Bachelard, Thomas Kuhn e Paul Feyerabend, em diferentes perspectivas que tinham em comum o diagnóstico de uma ciência fluida, de verdades transitórias e cheias de influências sociais, culturais e históricas. Mesmo o mais influente filósofo das ciências, Karl Popper, em sua astuta tentativa de trazer a razão de volta à ciência pelo falseamento, denunciava em suas entrelinhas a impossível tarefa de distinguir objetivamente dentre as diferentes manifestações socioculturais do saber, aquelas que mereceriam a alcunha de científicas.
A esse mundo que sucedeu o moderno, área por área, descoberta a descoberta, pessoa a pessoa, tempo a tempo, foi conferida a alcunha de pós-modernidade. Suas características mais marcantes, no que diz respeito à ciência, são a transitoriedade, sua fluidez, a valorização da perspectiva, a pluralidade das suas abordagens e a derrocada da autoridade.
A constante admissão da possibilidade do erro e do fato que as verdades nesse novo período da história seriam apenas hipóteses que tenderiam à substituição completa ou parcial ao longo do tempo estimulou um vigoroso crescimento do saber científico. Por outro lado, a noção de que qualquer modelo explicativo ou teoria, como a teoria da relatividade ou a mecânica quântica, embora representativas da realidade, seriam meras representações intelectuais, fez com que diversas abordagens pudessem conviver em diferentes níveis na ciência. Afinal, elas não estariam no mundo lá fora como verdades a serem desvendadas, mas em nossas cabeças, como ferramentas úteis à compreensão dessa realidade. Assim, o progresso do conhecimento passou a se dar como a escalada de um pico feita simultaneamente por diversos escaladores. Cada ponto de apoio (fato) é cuidadosamente escolhido de acordo com a firmeza que proporcionava ao escalador, não sendo obrigatório colocar as mãos e pés nos mesmos locais nem trilhar o mesmo caminho (hipótese) dos demais até o topo (teoria).
Essa inusitada humildade acadêmica, a consciência constante da possibilidade do erro ou, mais precisamente, da existência de uma hipótese alternativa mais explicativa proporcionou um quadro de crescimento de nosso entendimento do mundo. O progresso científico decorrente dessa abordagem é inegável e se impõe hoje como uma montanha diante de nossos olhos. É muito interessante observar ainda alguns céticos do progresso científico escreverem seus textos em laptops de alta tecnologia, fruto de uma gama imensa de estudos em ciência básica e aplicada. O desenvolvimento da biologia, da física, da astronomia, da química e de outras áreas da ciência é tão espantoso que começa já a transcender a nossa capacidade individual de atualização e demanda um crescente processo de hiperespecialização de pesquisadores.
Para a sociedade como um todo, entretanto, essa condição cheia de verdades admitidamente efêmeras e fluidas não foi bem recebida ou compreendida. Segundo Harvey (1989), por exemplo, mesmo renomados escritores modernistas, como Goethe, Marx, Bauldelaire e Dostoiévski se debateram ao encarar um mundo onde, como diria Bernan (1982), “tudo o que é sólido se desmancha no ar”. O efeito colateral desse estranhamento e falta de compreensão foi a gradual subvalorização do fato como verdade possível, a relativização vazia do conhecimento e o próprio ceticismo que por vezes se aproximava de um total niilismo, em um processo que fez o filósofo Zigmunt Bauman (1925-2017) preferir chamar a pós-modernidade de “modernidade líquida”.
A manifestação máxima desse processo se dá na, ora inocente, ora oportunista, negação de fatos muito bem evidenciados e de teorias robustas, resultando em aberrações sociais como a disseminação da crença de que a terra seja plana, a negação do Holocausto, do comércio negreiro, do aquecimento global ou mesmo da teoria da evolução. Em última instância, se fatos históricos e teorias tão corroborados são descartados podemos imaginar o que se passaria com os referenciais morais e humanísticos cuja construção é, naturalmente, tão mais delicada. Nesse contexto, tanto a condescendência com as fake news quanto o incêndio do Museu Nacional podem ser entendidos como efeitos colaterais perversos da principal característica de uma condição pós-moderna mal compreendida, o total desprezo pelos fatos. Você já parou para pensar no que se esconde por trás da desvalorização e seguidos ataques a professores? Pois bem…
Os progressos na ciência e em nossa relação com o mundo são inegáveis, como já defendido acima. A nossa ciência contemporânea e sua filosofia entendem, entretanto, que por mais robustas e próximas da realidade que suas hipóteses e teorias estejam, elas sempre poderão ser aprimoradas ou mesmo substituídas por modelos mais explicativos. Isso é um preceito básico totalmente necessário ao seu aprimoramento e é exatamente seu diferencial em relação às estruturas de saber dogmáticas ou religiosas. Longe de ser um defeito, esse é o grande poder por trás da ciência.
Encontrar estratégias para contar essa complicada história e reconectar as pessoas com as diferentes modalidades do saber é hoje, sem dúvida, o grande desafio de professores e cientistas. Somente assim seremos capazes de minar as raízes de processos tão perniciosos quanto a disseminação de notícias falsas, a crescente desvalorização de nosso patrimônio cultural e a própria derrocada dos valores humanísticos construídos cuidadosamente por filósofos ao longo dos últimos dois mil anos de nossa história.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Exposição Caminhos da Educação Patrimonial

Estimados seguidores do Blog Informação em cena,

     Compartilho com vocês a abertura da Exposição Caminhos da Educação Patrimonial, ontem, dia 30 de novembro de 2018, na Escola Estadual Cidadã Integral Presidente João Goulart, no bairro Castelo Branco, em João Pessoa.
A Exposição Caminhos da Educação Patrimonial foi idealizada como síntese das atividades de Educação Patrimonial desenvolvidas pelo Projeto de Extensão intitulado “(In)Formação patrimonial como instrumento de promoção e vivência da cidadania” no âmbito do Programa de Bolsa de Extensão (PROBEX) Edição 2018 da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O referido projeto possui vinculação à Rede de Pesquisa e (in)formação em Museologia e Patrimônio (REDMUS) da UFPB. Constituiu-se objetivo do projeto desenvolver atividades práticas de informação e educação patrimonial junto aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Cidadã Integral Presidente João Goulart, como forma de provocar nos estudantes atitude protagonista de (re)conhecimento, uso e apropriação dos bens culturais que compõem o Patrimônio Cultural Brasileiro.
A informação é essencial para promover a conscientização de que o patrimônio cultural é um bem coletivo e que precisa ser preservado. A informação patrimonial constitui-se insumo para a educação patrimonial. Esta, por sua vez, é compreendida como um processo permanente e sistemático de trabalho educacional, centrado no patrimônio cultural como fonte primária de conhecimento e enriquecimento individual e coletivo. As bases para a educação patrimonial se encontram no conhecimento crítico e na apropriação consciente pelas comunidades acerca do seu patrimônio.
O projeto “(In)Formação patrimonial como instrumento de promoção e vivência da cidadania” ancorou-se na metodologia de atividades práticas de educação patrimonial da Educadora e Arquiteta Evelina Grunberg, que adota as seguintes etapas: Observação (como primeira estratégia de percepção sensorial do patrimônio cultural), Registro (do patrimônio cultural observado), Exploração (do patrimônio cultural observado e registrado) e Apropriação (do patrimônio cultural, observado, registrado e analisado).
     A abertura da Exposição Caminhos da Educação Patrimonial apresenta algumas das atividades desenvolvidas pelo projeto. Para além disso, é uma manifestação da certeza que temos de que a informação e a educação patrimonial propiciam que estabeleçamos relação de afetividade e sentimento de pertença ao patrimônio. Não só isso, mas propiciam que sejamos agentes transformadores da preservação do patrimônio cultural que faz parte da nossa própria história.
Nossos agradecimentos ao Diretor da Escola, Professor Felipe Baunilha, ao corpo docente e técnico da Escola e, especialmente, a cada um dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio (Turma: Eventos) envolvidos no projeto.

Foi imensamente prazeroso estar com vocês!

Luciana Costa
Coordenadora do Projeto de Extensão