quarta-feira, 16 de março de 2011

Evento - Segurança da Informação

Nos dias 9 e 10 de abril vai acontecer, em São Paulo, a primeira edição do Web Secutity Forum, evento que visa discutir e abordar assuntos voltados à área de segurança da informação na web.

Organizado pelo criador do blog Coruja de TI, Gustavo Lima, o evento vai reunir profissionais da área, empresas e pessoas interessadas no tema.

As palestras vão falar de mecanismos de defesa para servidores, cloud security (segurança na computação em nuvem), crimes eletrônicos, principais tendências, previsões no mercado, entre outros assuntos relacionados aos rumos e aplicações da segurança nos dias de hoje.

Entre os palestrantes estão José Antônio Milagre, advogado e perito especializado em Tecnologia da Informação; o blogueiro e criador do evento, Gustavo Lima; Dra. Gisele Truzzi, advogada especialista em direito digital e direito criminal; e Nelson Brito, que possui mais de dez anos de experiência em alta tecnologia e segurança da Informação.

Para saber mais sobre o evento, clique aqui e acesse o site do Web Security Forum.

domingo, 13 de março de 2011

Breve ensaio sobre o Dia do Bibliotecário

Neste dia em que comemoramos o dia do Bibliotecário, data insigne e digna de ser solenizada, utilizo-me das sábias palavras do amigo professor Emir Suaiden quando nos chama a refletir que “uma classe forte é uma classe que se destaca não somente por envolver os seus profissionais, mas, principalmente, por criar condições adequadas de fortalecimento e visibilidade que facilitem o desempenho da responsabilidade social e a inclusão em políticas públicas”.

Pelo exposto, em âmbito nacional, fazemos menção ao caminho de luta e conquistas da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (Febab) e do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) que empreenderam esforços para ver a biblioteconomia oficialmente reconhecida junto aos poderes públicos e junto à sociedade brasileira.

Em nosso contexto local, citamos o trabalho incansável do Conselho Regional de Biblioteconomia – 15ª Região e da Associação Profissional dos Bibliotecários da Paraíba em prol da categoria na luta pelo devido reconhecimento e espaço para o profissional bibliotecário, constituindo-se como instrumentos essenciais de voz da categoria nos diálogos com o poder público.

Assim, com o intuito de celebrar o Dia do Bibliotecário, fomentar as discussões em torno deste profissional e, sobretudo, discutir a necessidade de criação de um sindicato da categoria, ansiando por uma participação ativa e compromissada dos bibliotecários nas lutas empreitadas, o Conselho Regional de Biblioteconomia – 15ª Região e a Associação Profissional dos Bibliotecários da Paraíba, juntamente com a Coordenação do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), promoveram o Encontro Paraibano de Bibliotecários nos dias 11 e 12 de março de 2011.

Certamente o evento conduziu os presentes à conscientização de que a luta é de todos e que ainda há muito a ser feito!

Deixo aqui as minhas congratulações aos profissionais bibliotecários que fazem acontecer e que acreditam que podemos fazer sempre mais pela profissão, sobretudo, com compromisso, cooperação e ética.

Parabéns a nós bibliotecários!

Luciana Costa

sábado, 12 de março de 2011

12 de março - Dia do Bibliotecário

"Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca" (jorge Luis Borges)

O dia 12 de março é um grande dia para nós Bibliotecários.
Dia de refletirmos e discutir a profissão, além das nossas atitudes em prol da mesma.

Em todo o âmbito nacional, este dia é celebrado com eventos que visam congregar os profissionais bibliotecários e os inúmeros estudantes de Biblioteconomias de instituições de ensino Superior.

Em João Pessoa, a Associação Profissional dos Bibliotecários da Paraíba, o Conselho Regional de Biblioteconomia 15ª Região e o Curso de Graduação em Biblioteconomia da UFPB promoveram o ENCONTRO PARAIBANO DE BIBLIOTECÁRIOS entre os dias 11 e 12 de março de 2011 no Auditório 211 do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFPB.

O evento contou com a participação dos gestores das instituições promotoras, além de professores e sindicalista.

A abertura contou com a palestra de Hildebrando Barbosa Filho (Prof. do CCHLA/UFPB)que refletiu a importância do bibliotecário gostar de ler, ser um leitor. Hildebrando lembrou as cinco Leis da Biblioteconomia, idealizadas pelo indiano Ranganathan.

O segundo dia do evento voltou-se ao compartilhamento das ações do Conselho Regional de Biblioteconomia, da Associação Profissional de Bibliotecários da Paraíba, ratificando a necessidade de criação de um sindicato para a categoria com vistas à luta por salários da profissão.

Constata-se a necessidade de participação ativa da categoria em prol de si mesma.

Parabéns aos que lutam pelo profissional bibliotecário!
Parabéns a todos nós bibliotecários!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Guia de carreiras: biblioteconomia

Internet amplia o mercado de trabalho dos bibliotecários.

'Dificilmente um recém-formado fica desempregado', diz William Okubo.

Considerado organizador de informações e dicionário de sinônimos, o bibliotecário não vê seu mercado de trabalho ameaçado pela internet. Pelo contrário, William Okubo, de 36 anos, bibliotecário da Mário de Andrade, em São Paulo, diz que toda a informação, independente do formato, precisa ser organizada, e sites como o Google acabam ampliando o mercado para estes profissionais. Conheça um pouco mais sobre a profissão no Guia de Carreiras desta terça-feira (8).

“Nem sempre a informática tem a solução para tudo. Organizar a informação será sempre necessário, por mais que a tecnologia se desenvolva, o homem estará por trás dela”, afirma Okubo.

Para Okubo, enciclopédias e dicionários podem cair em desuso, porém as bibliotecas ainda guardam documentos, memórias e histórias que não estão digitalizadas. “Pode acontecer de daqui a 50 anos, o bibliotecário não ter mais o espaço físico de trabalho dentro de um escritório, por exemplo. Vai trabalhar on-line, dando informações a distância e fazendo o trabalho de filtro para as pessoas não perderem tanto tempo pesquisando.”

O profissional formado em biblioteconomia está habilitado a trabalhar em bibliotecas e centros de documentação e memória. No curso de graduação, o estudante aprende técnicas e códigos para organizar acervos de livros, documentos ou fotografias.

Segundo Okubo, que se formou em 1998 pela Universidade de São Paulo (USP), o mercado de trabalho para os profissionais formados em biblioteconomia está aquecido em virtude do crescimento da economia. “Toda empresa produz conhecimento, e o bibliotecário pode atuar como buscador e organizador de informações. Dificilmente um recém-formado fica desempregado, a oferta de estágios é grande. E depois de formado se insere com rapidez.”

Cada livro publicado possui uma catalogação na fonte, é uma espécie de ficha onde há o endereço da obra que pode ser identificado no mundo todo. Por meio desta ficha que está cadastrada no sistema do computador das bibliotecas, os bibliotecários conseguem localizar determinado livro através do título, nome do autor, ou outro dado, em poucos minutos.

Outra função do bibliotecário é ter habilidade para interpretar o que usuário pesquisa. “Fazemos papel de dicionário de sinônimos. Quadrinhos podem ser chamados de HQ ou literatura em movimento. E tudo isto tem de estar no sistema”, diz.

Um dos desafios atuais dos profissionais, segundo Okubo, é criar uma rede nacional das bibliotecas, assim como ocorre nos Estados Unidos. No Brasil, a única iniciativa do gênero é a Unibibliweb que reúne em um portal os acervos da USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/guia-de-carreiras/noticia/2011/03/guia-de-carreiras-biblioteconomia.html

sexta-feira, 4 de março de 2011

Programe ou será programado

JC e-mail 4212, de 03 de Março de 2011.

Programe ou será programado

Artigo do professor Nelson Pretto*, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), para o jornal A Tarde da Bahia, na terça-feira (1).

Fiquei bastante impactado com o filme Cisne Negro. Impactado pela beleza do filme, atuação de Natalie Portman e pela possibilidade de pensar, a partir dele, a educação. É forte a pressão que o artista sofre para melhor desempenhar o seu papel.

Longe de mim pensar que a educação deva seguir uma metodologia como essa, muito menos nestes tempos em que, por decreto, sugere-se que não exista reprovação nos primeiros anos de escolaridade.

Claro que não defendo considerar a reprovação como uma boa ameaça para estimular o estudo da meninada. Não gosto dessas políticas por não acreditar que as questões e desafios mais fundamentais da educação sejam resolvidos por decreto. E decretos não faltam! Voltando ao filme, o que mais me instigou relacioná-lo com a educação foi a insistência com que o durão - e canastrão - diretor falava à nova bailarina que galgava o papel principal e o estrelado de que a sua superação não se daria simplesmente por mais e muito mais técnica. Nem seria apenas por mais conhecimentos, por fazer tudo bem direitinho, bem certinho, mas, sim, por um soltar a imaginação.

Por um intenso criar, um viver plenamente sua arte e sua vida. Penso ser assim também com a educação.

Gosto muito de flanar pelo Youtube e também por lá postar alguns vídeos. Recentemente assisti a uma entrevista do escritor russo Isaac Asimov (bit.ly/atarde1102).

O velho Asimov discute o futuro da educação e relembra o tempo em que a educação era feita por tutores que percebiam onde estava o interesse dos jovens e, a partir daí, avançavam na sua formação com os conhecimentos necessários para que eles compreendessem o mundo e, mais do que isso, pudessem dominá-lo, já que a educação era para poucos, a elite dominante.

Nossas lutas históricas provocaram uma profunda transformação daquela educação para poucos para a implantação de um sistema educacional público que atendesse a todas as pessoas. No vídeo, Asimov explica que a única forma de se fazer isso era tendo um só professor para uma grande quantidade de estudantes. Mais ainda, para organizar a situação, foi dado ao professor um currículo para ensinar. Passamos, então, a pensar a educação como um sistema, mais próximo de uma fábrica, com cada um desempenhando o seu papel, com ações sempre delimitadas, principalmente para os professores que passaram a seguir orientações emanadas de currículos, programas e avaliações nacionais e internacionais.

Pior: além de acompanhar essas normas, são eles constantemente seguidos, quase perseguidos, para que o sistema possa ter controle de sua autonomia em nome do bom desempenho. O ensino passa, então, a ser controlado por sistemas de avaliação que precisam ser universais com sua eficiência verificada - auditada! - através de exames, a exemplo do Pisa (sigla do Programa de Avaliação de Estudantes), que mede as chamadas competências em matemática e ciências. Assim, a escola passa a funcionar na busca de capacitar o jovem para responder a determinadas questões, de Matemática, por exemplo, muitas vezes sem nem mesmo compreender o que está respondendo. Nada de criação, nada de inovação, nada de vibração existencial.

No meu canal do Youtube (www.youtube.com/nlpretto) tenho um vídeo onde falo sobre videogames. Recentemente, recebi uma mensagem de Code Masters, um garoto de 17 anos que está no 1º ano do ensino médio, concordando comigo e afirmando que gostaria muito de que sua escola tivesse cursos de programação de computador, "linguagens c++, delphi, compiladores, engine de games, modelagem 3d etc". Ele quer que as autoridades o escutem porque deseja aprender essas coisas e não apenas as profissões tradicionais como pedreiro, mecânico, eletricista, etc. O comentário de Code Masters coincide com o que diz o pesquisador americano Douglas Rushkoff no seu recente livro Programe ou será programado.

Os computadores e as redes nos trazem inúmeras possibilidades de produção de conhecimentos e de culturas e não apenas de consumo de informações e, se não forem aprisionadas por teorias pedagógicas estreitas e imediatistas, podem contribuir para a formação de uma geração de pessoas geniais que estarão programando as máquinas, suas vidas e, principalmente, os destinos do planeta e da humanidade.

Fonte: Jornal da Ciência

quarta-feira, 2 de março de 2011

A oralidade

O professor tem a competência da oralidade?
Esta parece uma pergunta óbvia, mas não é. Sabemos que o uso da palavra está presente no nosso cotidiano, haja vista que somos o único animal que traduz em palavras, seja oral ou escrita, o seu querer.

O professor, então, faz uso da palavra oral em todas as suas aulas e também da palavra escrita sendo que esta última se apresenta mais conservadora com normas rígidas a serem cumpridas, o qual o professor também as ensina usando a oralidade.

Este recurso que é fundamental no exercício da pedagogia não consta de nenhuma disciplina na grade curricular da formação do docente. Nem no uso correto da voz e nem na comunicação oral. Uma das grandes causas de afastamento de professor das salas de aula está ligada a problemas vocais por uso incorreto da voz. Já escrevi sobre isso e inclusive disponibilizei exercícios e cuidados no post Você cuida da sua voz?

A oralidade do professor tem papel fundamental na aprendizagem uma vez que ele é a ponte entre a informação e o aluno. É o professor que adapta o tema do livro/apostila para a linguagem da realidade dos alunos da sua sala de aula. É a mediação social do conhecimento. Esta interação ocorre justamente em razão da linguagem.

A forma como o professor conduz sua aula utilizando a linguagem oral é decisiva na motivação dos seus alunos ouvintes. O professor que dá ênfase num ponto importante, que joga com o tom de voz para prender a atenção dos seus alunos, que fala com intensidades diferenciadas, com ritmos e timbres diferenciados estará propiciando um maior aproveitamento das suas aulas. Não há nada mais enfadonho do que uma pessoa falando sempre na mesma frequência. Imagine um professor, não importando se é da Educação Infantil, do Ensino Básico ou Universitário, falando continuamente sem manifestar qualquer alteração de voz. É como se hipnotizasse seus alunos. Com certeza, após os primeiros cinco minutos de aula o aluno estará pensando em assuntos que nada tem a ver com o que o professor está falando.

Na Educação Infantil, quando o aluno dorme no meio de uma história é sinal de que o professor não trabalhou a entonação de voz. A voz quando é bem trabalhada faz com o que aluno fique atento em momentos de tensão da história bem como fique feliz nos momentos de alegria ou bravo quando aparece a bruxa malvada.

O mesmo acontece com os outros níveis. Quantos alunos já dormiram em sala de aula? E quantos que já fizeram um esforço imenso para ficar acordado? Pois pode ter certeza que o professor era aquele que não dava ênfase algum à sua voz. Assim como é extremamente irritante aquele professor que ao invés de falar “berra” deixando toda a classe irritada e tensa.

Estes recursos vocais e da linguagem oral devem ser ensinados nas aulas de Pedagogia, pois o professor que sabe se valer da voz e da linguagem oral terá mais um canal de comunicação para atingir seus alunos.

E você professor sentiu falta alguma vez de uma orientação sobre o uso correto da voz e sobre oralidade?

Fonte: http://educaja.com.br/2010/06/o-professor-tem-a-competencia-da-oralidade.html

terça-feira, 1 de março de 2011

I Jornada do Ensino de Graduação

A I Jornada do Ensino de Graduação está acontecendo no Auditório da UFPB Virtual até o dia 02 de março de 2011.
O evento visa proporcionar espaços para discussões de docentes sobre os programas da UFPB.
Estou participando do evento e ratifico sua importância.