quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Viva mais visitando museus ou galerias de arte!

Começou 2020!!!
Bem-vindo Ano Novo!!!
Oportunidade para novas e diferentes atitudes.

Para dar a largada quanto a isso, inicio os posts do Blog Informação em cena trazendo uma matéria, veiculada em 19 de dezembro de 2019 pelo O Globo, intitulada "Visitar museus ou galeria de arte pode fazer você viver mais, diz estudo" que considero deveras interessante!

Trata-se de uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Londres que revela que o acesso as atividades de cultura estimulam a criatividade e proporciona alívio do estresse.

Recomendo a leitura completa da matéria e que você se planeje para a fruição dos equipamentos culturais da sua cidade.



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LONDRES — Uma ida ao teatro, museu ou galeria de arte pode prolongar a vida das pessoas. É o que sugere um estudo da Universidade de Londres, no Reino Unido, publicado nesta quarta-feira (18) na revista médica British Medical Journal (BMJ).
Os cientistas analisaram dados fornecidos por mais de 6 mil adultos da Inglaterra com 50 anos ou mais, que também participaram de um estudo mais amplo sobre envelhecimento. A frequência com que os participantes participavam de atividades artísticas, como exposições, concertos e ópera (cinema não foi incluído na lista) foi medida no início do estudo, entre 2004 e 2005. O grupo foi então acompanhado por cerca de 12 anos.
Os pesquisadores chegaram à conclusão que os que participavam das atividades artísticas com mais frequência, em um intervalo não superior a um par de meses, têm risco 31% menor de morrer mais cedo do que os demais. Mesmo uma ida ao teatro ou ao museu uma ou duas vezes por ano já reduz o risco de forma significativa: 14% menor em comparação a quem nunca curte uma peça ou se aventura em uma ópera.
"Enquanto o tabagismo, o álcool e o exercício físico são indiscutivelmente os maiores indicadores de mortalidade, essas atividades de lazer e prazer que as pessoas não consideram como atividades relacionadas à saúde estimulam uma boa saúde e longevidade", explicou à CNN Daisy Fancourt, professora associada do Departamento de Pesquisa de Ciências Comportamentais e Saúde da UCL e uma das autoras do estudo.
Para tentar explicar por que existe uma ligação entre o engajamento artístico e a vida mais longa, o estudo analisou uma série de fatores econômicos, de saúde e sociais. Parte do motivo, segundo os pesquisadores, seriam as diferenças sociais e econômicas entre aqueles que vão e não vão a museus, exposições e ao teatro, por exemplo.
"Parte da associação é atribuível a diferenças no status socioeconômico, o que se alinha à pesquisa que sugere que o envolvimento em atividades culturais é socialmente padronizado", afirmou Fancourt.

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

PG&C lança nova edição

Olá, seguidores do Blog Informação em cena!
Feliz 2020!!!

Passando aqui para compartilhar que a revista Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C) acaba de publicar a sua mais nova edição (volume 9, número 3, set./dez. 2019).

Convido a acessar os itens de interesse:https://periodicos.ufpb.br/index.php/pgc/issue/view/2076


A PG&C está com novo layout em decorrência da atualização do OJS pelo Portal de Periódicos Eletrônicos da Universidade Federal da Paraíba.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Exposição sobre Leonardo Da Vinci na Biblioteca Nacional

A mostra apresenta ainda obras de artistas plásticos contemporâneos, como Israel Pedrosa, Valtércio Caldas e Ana Maria Maiolino. De alguma forma, elas dialogam como os trabalhos do renascentista – 500 anos depois.
O maior desafio para os organizadores da exposição A Alma do Mundo – Leonardo 500 anos, inaugurada nessa quinta-feira, 24, na Biblioteca Nacional do Rio, era apresentar um novo olhar sobre sua obra. O matemático, cientista, inventor, pintor, escultor e arquiteto italiano foi uma das figuras mais importantes do Renascimento – e uma das mais estudadas.

“Era um desafio abordar da Vinci de uma forma nova, problematizar sua obra, lançar um olhar diferenciado sobre ela”, constatou a presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Helena Severo. Ela se referia às diversas exposições e homenagens que celebram, ao redor do mundo, os cinco séculos da morte do artista.
Um dos maiores destaques da exposição vem do acervo de obras raras da Biblioteca Nacional. Foi recuperada especialmente pelo Laboratório de Conservação e Restauração. Trata-se do livro Divina Proportione, de Luca Pacioli. Tem 60 ilustrações de sólidos platônicos feitas por Leonardo da Vinci, obra que é a base da teoria da tridimensionalidade. Sua recuperação tem uma história curiosa.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

"Contingencimento": descaso com a Ciência no Brasil

Coordenadores de programas de pós-graduação alertam, em carta, que pesquisas serão inviabilizadas com a queda contínua do orçamento disponibilizado para o setor
Representantes de 65 programas de pós-graduação da área de ciências biológicas, que envolvem cerca de 200 professores orientadores e seis mil alunos de mestrado e doutorado, divulgaram um manifesto nesta terça-feira contra os cortes feitos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ( Capes ), vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Neste ano, mais de 11 mil bolsas de pesquisa foram cortadas pela entidade e seu orçamento em 2020 cairá pela metade, segundo a proposta enviada pelo governo ao Congresso. Os coordenadores protestaram com um “abraço” simbólico no prédio da Capes, em Brasília, e entrega de rosas.

“Os cortes já anunciados representam profundo desprezo pelos trabalhos da Ciência e Tecnologia e Inovação do país, com efeitos certamente deletérios na qualidade da educação superior e básica”, diz a nota. O comunicado diz afirma que a queda dos recursos em 50% no ano que vem representará um “duro golpe nas atividades que vêm sendo realizadas pelos programas” e assinala que a manutenção da “política de cortes pode inviabilizar vários programas de pós-graduação e mesmo a própria Capes”.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Tragédia do Museu Nacional completa 1 ano

Olá, seguidores(as),

Assim como o 11 de Setembro que marcou o ataque as Torres Gêmeas nos EUA, atentando que não sai da nossa memória, há exatamente um ano - 2 de Setembro de 2018, fomos surpreendidos com a notícia do trágico incêndio do Museu Nacional.
Uma tragédia sem tamanho para a nossa memória e nosso patrimônio.
Uma tragédia anunciada que não pode ser esquecida!
Não podemos esquecer o descaso do poder público com as nossas instituições de memória (Museus, Bibliotecas, Arquivos).




sexta-feira, 30 de agosto de 2019

PG&C publica nova edição

Olá, seguidores(as),

O segundo número de 2019 da revista Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C) está no ar em
http://periodicos.ufpb.br/index.php/pgc/issue/view/2075/showToc

Acesse os itens de interesse.




sexta-feira, 28 de junho de 2019

Recomposição da biblioteca do Museu Nacional

Publicações e livros raros de antropologia do acervo do Instituto Socioambiental (ISA) ajudarão o Museu Nacional a recompor sua biblioteca, destruída no incêndio que atingiu a instituição, no Rio de Janeiro, em setembro de 2018. Na semana passada, o ISA doou grande parte de sua própria biblioteca para o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional (PPGAS) da UFRJ, que abriga a Biblioteca Francisca Keller (BFK).
São 3.873 livros, 206 teses e dissertações e 177 coleções de periódicos sobre povos indígenas, populações tradicionais, meio ambiente e temas relacionados. As 104 caixas enviadas ao Rio de Janeiro contêm publicações raras na área, como a edição da Revista do Museu Paulista, da USP, de 1949, com o ensaio de Florestan Fernandes sobre os Tupinambá.
São livros, teses e periódicos garimpados em sebos e livrarias desde 1969. Tudo começou com uma iniciativa de Beto Ricardo e Fany Ricardo, que, ainda na graduação de Ciências Sociais, na Universidade de São Paulo, começaram a colecionar uma bibliografia importante sobre o tema. Esse acervo inicial foi institucionalizado com a fundação do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), em 1974, e a formação do programa Povos Indígenas no Brasil.
“Depois, os pesquisadores passavam no CEDI para falar sobre a situação nas áreas em que trabalhavam e deixavam cópias de suas teses. Ou seja, uma contribuição espontânea dos colaboradores do CEDI, e que formou um acervo de teses, algumas delas raras, dentro do Programa Povos Indígenas no Brasil”, relembra Beto Ricardo.
Todo o acervo foi incorporado ao ISA na sua fundação, em 1994, e potencializado com novas obras. As edições da série Povos Indígenas no Brasil utilizaram obras dessa biblioteca e, em suas últimas edições, apresentam um encarte com os fac-símiles das publicações utilizadas (veja aqui). Apesar da doação à biblioteca, o acervo do ISA continuará recebendo contribuições. A maior parte dele está digitalizada.
“A coleção do ISA vai ser um carro chefe da nova biblioteca, uma das maiores doações”, afirma Carlos Fausto, membro da Comissão de Reconstrução da Biblioteca Francisca Keller (BFK), do Museu Nacional
Os trabalhos de reconstrução da biblioteca começaram uma semana após o incêndio. Desde então, o PPGAS tem recebido doações de livros, que comporão a nova biblioteca em outro prédio dentro da Quinta da Boa Vista, que não foi atingido pelo fogo. A expectativa é de que a nova biblioteca tenha cerca de 20 mil livros.
Periódicos
A BFK não estava aceitando doações de periódicos. “Contudo, os periódicos da coleção do ISA não estão na internet e, portanto, resolvemos aceitar tudo”, afirmou Carlos Fausto.
São periódicos publicados por organizações indígenas, indigenistas (órgãos públicos, ONGs, igrejas, entre outros), da sociedade civil (Conselho Nacional dos Seringueiros, por exemplo) e instituições acadêmicas e de pesquisa do Brasil, América Latina, EUA e Europa, principalmente sobre povos indígenas.
A coleção mais antiga é da Revista do Museu Paulista, da USP. A coleção do ISA vai do volume 2, nova série (dedicada à antropologia, principalmente à etnologia indígena), de 1948, ao volume publicado em 1985. Outro título de periódico importante para a etnologia é a Revista de Antropologia, da USP. A coleção do ISA vai do volume 1, número 1, de 1953 (capa anexa) ao volume 27/28, de 1984/1985.