Exercício ajuda a manter a funcionalidade intelectual ao longo da vida.
O hábito de ler proporciona muitos benefícios à saúde. A leitura ajuda a reduzir o estresse e estimular a memória. Sua prática age como uma musculação para o cérebro e os médicos recomendam que se leia um livro por mês.
Ao acompanhar um texto, exige-se do cérebro um conhecimento dos sistemas de linguagem, obrigando o leitor a realizar um trabalho ativo de compreensão e interpretação de texto.
E isso ajuda a manter a funcionalidade intelectual ao longo da vida, mantendo a mente ativa e prevenindo déficits de memória e declínios das funções cognitivas.
(Divulgado no site http://www.ofaj.com.br)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Matilda
Ontem a Globo exibiu na Sessão da Tarde o filme MATILDA.
O filme é uma produção canadense do ano de 1996.
Um filme encantador sobre a história de uma menina muito inteligente e que desde pequena descobre a riqueza de um livro e do aprendizado que ele pode proporcionar.
Isto ela demonstra em seu discurso várias vezes durante o filme.
Fica aí a minha dica.
Assista ao filme Matilda.
Vale muito a pena!!!
O filme é uma produção canadense do ano de 1996.
Um filme encantador sobre a história de uma menina muito inteligente e que desde pequena descobre a riqueza de um livro e do aprendizado que ele pode proporcionar.
Isto ela demonstra em seu discurso várias vezes durante o filme.
Fica aí a minha dica.
Assista ao filme Matilda.
Vale muito a pena!!!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Cortar o tempo
"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente".
Carlos Drumond de Andrade
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Escrever (por Joaquim Ferreira dos Santos)
10/01/2011
às 15:07 \ Feira Livre
“Escrever”, um texto de Joaquim Ferreira dos Santos
TEXTO PUBLICADO NO GLOBO DESTA SEGUNDA-FEIRA
Joaquim Ferreira dos Santos
A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz o gênero fofo. Moleza, disse.
Primeiro, evite estes coloquialismos de “fofo” e “moleza”, passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de tudo mais que soe mais falado do que escrito. Isto aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.
Quando quiser aplicar um “mas”, tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador.
Dele deve ter vindo a expressão “cheio de mas-mas”, ou seja, uma pessoa cheia de “não é bem assim”, uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.
Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do “Jornal Nacional”.
Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja o Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar.
Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical. Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como “em geral”, como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou.
Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. “Deixa solto, doutor.”
É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.
Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista H emingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos.
Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. “Pormenorizada”, vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.
O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o “que quer” da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um “quequerequé” e estará coberto de razão. A propósito, eu disse para a menina, perca a razão quando lhe aparecer um clichê
desses pela frente.
Você já se livrou do “mas”, agora vai cuidar do “que” e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.
Pode-se escrever baixinho, como faz o Verissimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de “aprouver”. Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio “falo”, e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.
De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm a mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona. Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como “enfaticamente”, “seriamente” ou “bemhumoradamente”. Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/escrever-um-texto-de-joaquim-ferreira-dos-santos/
às 15:07 \ Feira Livre
“Escrever”, um texto de Joaquim Ferreira dos Santos
TEXTO PUBLICADO NO GLOBO DESTA SEGUNDA-FEIRA
Joaquim Ferreira dos Santos
A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz o gênero fofo. Moleza, disse.
Primeiro, evite estes coloquialismos de “fofo” e “moleza”, passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de tudo mais que soe mais falado do que escrito. Isto aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.
Quando quiser aplicar um “mas”, tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador.
Dele deve ter vindo a expressão “cheio de mas-mas”, ou seja, uma pessoa cheia de “não é bem assim”, uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.
Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do “Jornal Nacional”.
Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja o Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar.
Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical. Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como “em geral”, como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou.
Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. “Deixa solto, doutor.”
É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.
Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista H emingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos.
Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. “Pormenorizada”, vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.
O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o “que quer” da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um “quequerequé” e estará coberto de razão. A propósito, eu disse para a menina, perca a razão quando lhe aparecer um clichê
desses pela frente.
Você já se livrou do “mas”, agora vai cuidar do “que” e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.
Pode-se escrever baixinho, como faz o Verissimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de “aprouver”. Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio “falo”, e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.
De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm a mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona. Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como “enfaticamente”, “seriamente” ou “bemhumoradamente”. Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/escrever-um-texto-de-joaquim-ferreira-dos-santos/
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Evento - 2º ENEGI
Prezados(as)
O 2º Encontro de Estudos sobre Tecnologia, Ciência e Gestão da Informação (ENEGI) ocorrerá entre 12 e 15 de abril de 2011 e será realizado no Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Em 2010, a idéia da realização do 1º ENEGI surgiu da necessidade de um espaço de debate sobre os estudos relacionados à temática da Gestão da Informação, junto à sociedade e comunidade científica. Neste sentido, o 2º ENEGI visa consolidar a iniciativa do primeiro evento por meio de discussões a respeito do tema “A Gestão da Informação na Era do Conhecimento”, e através do fomento às pesquisas e estudos sobre Ciência, Tecnologia e Inovação em âmbito nacional.
A organização do 2º ENEGI espera receber aproximadamente 220 encontristas, sendo estes, profissionais, docentes, pesquisadores, discentes de graduação e de pós-graduação, diretamente ligados à área de Gestão da Informação, e às áreas correlatas como: Administração, Ciência da Informação, Tecnologia da Informação e Comunicação Social.
Site do evento para mais informações:
http://www.enegi.com.br/2011
Contamos com a sua partipação!
Luciana Costa
Membro da Comissão Científica do 2º ENEGI
O 2º Encontro de Estudos sobre Tecnologia, Ciência e Gestão da Informação (ENEGI) ocorrerá entre 12 e 15 de abril de 2011 e será realizado no Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Em 2010, a idéia da realização do 1º ENEGI surgiu da necessidade de um espaço de debate sobre os estudos relacionados à temática da Gestão da Informação, junto à sociedade e comunidade científica. Neste sentido, o 2º ENEGI visa consolidar a iniciativa do primeiro evento por meio de discussões a respeito do tema “A Gestão da Informação na Era do Conhecimento”, e através do fomento às pesquisas e estudos sobre Ciência, Tecnologia e Inovação em âmbito nacional.
A organização do 2º ENEGI espera receber aproximadamente 220 encontristas, sendo estes, profissionais, docentes, pesquisadores, discentes de graduação e de pós-graduação, diretamente ligados à área de Gestão da Informação, e às áreas correlatas como: Administração, Ciência da Informação, Tecnologia da Informação e Comunicação Social.
Site do evento para mais informações:
http://www.enegi.com.br/2011
Contamos com a sua partipação!
Luciana Costa
Membro da Comissão Científica do 2º ENEGI
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
[PG&E] Chamada para submissões de originais
PERSPECTIVAS EM GESTÃO & CONHECIMENTO está recebendo submissões para o lançamento do seu primeiro número em 2011.
Convidamos você a navegar pelo site da revista:
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc
Convidamos você a navegar pelo site da revista:
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc
domingo, 5 de dezembro de 2010
Novo periódico: Perspectivas em Gestão & Conhecimento
De iniciativa da Coordenação do Curso de Administração da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), nasce a idéia do periódico Perspectivas em Gestão & Conhecimento, empreendido através da cooperação entre docentes pesquisadores do Departamento de Administração e do Departamento de Ciência da Informação desta universidade, contando, ainda, com o apoio do Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica (Ibict).
Perspectivas em Gestão & Conhecimento tem por objetivo publicar trabalhos originais e inéditos relacionados com as temáticas Gestão e Conhecimento sob abordagens que priorizem diálogos inter/pluri/multi/transdisciplinares e representem contribuição para o desenvolvimento de novos conhecimentos e/ou para aplicação nos diversos setores e organizações da sociedade.
Perspectivas em Gestão & Conhecimento prioriza a avaliação e a publicação de submissões de autores pós-graduados em nível Stricto Sensu. Submissões de autores apenas graduados, pós-graduados em nível Lato Sensu, discentes de graduação ou pós-graduação também poderão ser avaliadas e publicadas, quando destes últimos salvo a indicação dos seus respectivos orientadores na condição responsável e solidária de co-autores. Em quaisquer casos, deve-se observar que Perspectivas em Gestão & Conhecimento estimula e prioriza a publicação de submissões originais e inéditas de qualidade científica contributiva à área que se propõe sob autorias individuais ou coletivas, com pelo menos um autor pós-graduado em nível Stricto Sensu.
URL: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/index
Perspectivas em Gestão & Conhecimento tem por objetivo publicar trabalhos originais e inéditos relacionados com as temáticas Gestão e Conhecimento sob abordagens que priorizem diálogos inter/pluri/multi/transdisciplinares e representem contribuição para o desenvolvimento de novos conhecimentos e/ou para aplicação nos diversos setores e organizações da sociedade.
Perspectivas em Gestão & Conhecimento prioriza a avaliação e a publicação de submissões de autores pós-graduados em nível Stricto Sensu. Submissões de autores apenas graduados, pós-graduados em nível Lato Sensu, discentes de graduação ou pós-graduação também poderão ser avaliadas e publicadas, quando destes últimos salvo a indicação dos seus respectivos orientadores na condição responsável e solidária de co-autores. Em quaisquer casos, deve-se observar que Perspectivas em Gestão & Conhecimento estimula e prioriza a publicação de submissões originais e inéditas de qualidade científica contributiva à área que se propõe sob autorias individuais ou coletivas, com pelo menos um autor pós-graduado em nível Stricto Sensu.
URL: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/index
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