terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Parabéns pelo seu dia, Museólogo!!!

A data hoje é para celebrar o Dia do Museólogo.

O dia 18/12 dedicado aos Museólogos foi instituído em 2004, 20 anos após a regulamentação da profissão em 1984.
Parabéns Museólogos pelo seu dia!!!

A comemoração hoje será no Seminário Novos Conhecimentos na Museologia Brasileira que ocorrerá na Fundação Joaquim Nabuco, Recife, às 19 horas.




Em comemoração ao dia do Museólogo, o Museu do Homem do Nordeste e a Escola de Inovação e Políticas Públicas da Fundação Joaquim Nabuco promovem o seminário “Novos Horizontes na Museologia Brasileira”. O seminário acontece na sede da Fundação Joaquim Nabuco, Rua Henrique Dias, 609 – Derby, Recife, nesta terça-feira (18), às 19h, com entrada gratuita.

O seminário conta com a presença de três pesquisadores da área da Museologia. A Professora Luciana Ferreira da Costa, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Doutora em História e Filosofia da Ciência, abrirá as conferências dos pesquisadores convidados com apresentação dos resultados de investigação sobre cenários da Museologia Brasileira no século XXI. Átila Tolentino, Mestre em Sociologia, irá expor a construção das memórias e identidades representadas na narrativa expositiva do Museu Comunitário Vivo Olho do Tempo. Já Hugo Menezes, Doutor em Antropologia Cultural, trará reflexões sobre o neoliberalismo e a gestão do Museu do Amanhã.

Na ocasião será apresentado o Curso de Especialização em Museus, Identidades e Comunidades, proposto pelo Museu do Homem do Nordeste e pela Escola de Inovação e Políticas Públicas, com inscrições abertas até o dia 1º de fevereiro de 2019. Haverá, também, lançamentos dos livros "Espaços que suscitam sonhos: narrativas de memórias e identidades no Museu Comunitário Vivo Olho do Tempo", de Átila Tolentino e Mónica Franch, e "Museologia no Brasil, Século XXI: Atores, Instituições, Produção Científica e Estratégias", da Professora Luciana Ferreira da Costa. 

Mais informações pelos telefones: (81) 3073-6347 / 6227 / 6335 / 6368.
Fonte: 
Agência de Notícias da UFPB - Com assessoria

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

O Museu, as fake news e a pós-modernidade

Compartilho aqui no Blog artigo do pesquisador do Museu Nacional, Marcos Raposo, o qual foi veiculado no Blog Ciência & Matemática do Jornal O Globo.
Vale a pena a leitura e a reflexão!
Podemos analisar cada fato histórico em diferentes perspectivas. Uma delas é a perspectiva pontual, de causalidade imediata. Outra é a perspectiva histórica, que apresenta, na verdade, vários graus de aproximação.
O incêndio no Museu, há quase três meses agora, foi causado, em um nível mais imediato, pelas primeiras fagulhas de fogo. Olhando-se em uma perspectiva um pouco mais contextualizada, entretanto, vemos o descaso histórico de autoridades como um agente tão nocivo quanto o próprio fogo. Da mesma forma, no caso das famosas “fake news” podemos culpar a primeira pessoa a elaborar a tal notícia falsa ou apontar, em uma perspectiva mais ampla, como responsáveis, as redes sociais e sua total falta de filtros. As trágicas consequências de ambos os processos para nossa cultura e democracia são bastante bem conhecidas e não serão discutidas neste texto.
Aqui nós exploraremos um movimento histórico muito mais amplo, temporalmente mal delimitado e definido, mas que se impõe como potente pano de fundo responsável por inúmeras tendências que vivem deixando os observadores do mundo em que vivemos atônitos. Falamos aqui da pós-modernidade ou da condição pós-moderna como é comumente referida.
Ela, a pós-modernidade, pode ser entendida, simultaneamente e paradoxalmente, como o mais belo fruto do modernismo e também como uma aguda consequência de seu maior fracasso. Ela é uma conclusão inevitável dos avanços científicos e filosóficos da modernidade e, portanto, boa, mas é também o desalento de quem, não atento às advertências de Platão, conferiu ao nosso conhecimento um poder maior do que ele de fato poderia possuir.
O modernismo, no campo dos saberes, foi marcado pelo positivismo lógico que tem no inglês John Locke (1632-1704) um de seus maiores ícones. Nessa época, que configura um tipo de continuação do Iluminismo, havia uma enorme euforia e expectativa com a explosão do conhecimento. O saber prometia nos explicar absolutamente tudo: a nossa natureza como animais; o surgimento das galáxias, estrelas e, consequentemente, da terra; a relação entre diferentes compostos; e a própria existência de leis universais.
Mais que isso, como aponta Harvey (1989) em sua obra Condição Pós-moderna, nesse período os “escritores estavam possuídos da extravagante expectativa de que as artes e as ciências iam promover não somente o controle das forças naturais como também a compreensão do mundo e do “eu”, o progresso moral, a justiça das instituições e até a felicidade dos seres humanos”…
Entretanto, ainda nas palavras desse autor, “o século vinte, com seus campos de concentração e esquadrões da morte, seu militarismo e duas guerras mundiais, sua ameaça de aniquilação nuclear e sua experiência de Hiroshima e Nagasaki certamente deitou por terra esse otimismo.” Como se isso não bastasse, a modernidade culminou com a destruição da crença em um saber total, completo, assim como resultou em uma ciência forçadamente tão aberta que deixou de se autoproclamar como totalmente distinguível de outras formas de saber. Esse processo, denunciado inicialmente em Nietzsche, um contumaz crítico da racionalização exagerada que dominava toda a filosofia ocidental, cristalizou-se nas obras de filósofos como Gaston Bachelard, Thomas Kuhn e Paul Feyerabend, em diferentes perspectivas que tinham em comum o diagnóstico de uma ciência fluida, de verdades transitórias e cheias de influências sociais, culturais e históricas. Mesmo o mais influente filósofo das ciências, Karl Popper, em sua astuta tentativa de trazer a razão de volta à ciência pelo falseamento, denunciava em suas entrelinhas a impossível tarefa de distinguir objetivamente dentre as diferentes manifestações socioculturais do saber, aquelas que mereceriam a alcunha de científicas.
A esse mundo que sucedeu o moderno, área por área, descoberta a descoberta, pessoa a pessoa, tempo a tempo, foi conferida a alcunha de pós-modernidade. Suas características mais marcantes, no que diz respeito à ciência, são a transitoriedade, sua fluidez, a valorização da perspectiva, a pluralidade das suas abordagens e a derrocada da autoridade.
A constante admissão da possibilidade do erro e do fato que as verdades nesse novo período da história seriam apenas hipóteses que tenderiam à substituição completa ou parcial ao longo do tempo estimulou um vigoroso crescimento do saber científico. Por outro lado, a noção de que qualquer modelo explicativo ou teoria, como a teoria da relatividade ou a mecânica quântica, embora representativas da realidade, seriam meras representações intelectuais, fez com que diversas abordagens pudessem conviver em diferentes níveis na ciência. Afinal, elas não estariam no mundo lá fora como verdades a serem desvendadas, mas em nossas cabeças, como ferramentas úteis à compreensão dessa realidade. Assim, o progresso do conhecimento passou a se dar como a escalada de um pico feita simultaneamente por diversos escaladores. Cada ponto de apoio (fato) é cuidadosamente escolhido de acordo com a firmeza que proporcionava ao escalador, não sendo obrigatório colocar as mãos e pés nos mesmos locais nem trilhar o mesmo caminho (hipótese) dos demais até o topo (teoria).
Essa inusitada humildade acadêmica, a consciência constante da possibilidade do erro ou, mais precisamente, da existência de uma hipótese alternativa mais explicativa proporcionou um quadro de crescimento de nosso entendimento do mundo. O progresso científico decorrente dessa abordagem é inegável e se impõe hoje como uma montanha diante de nossos olhos. É muito interessante observar ainda alguns céticos do progresso científico escreverem seus textos em laptops de alta tecnologia, fruto de uma gama imensa de estudos em ciência básica e aplicada. O desenvolvimento da biologia, da física, da astronomia, da química e de outras áreas da ciência é tão espantoso que começa já a transcender a nossa capacidade individual de atualização e demanda um crescente processo de hiperespecialização de pesquisadores.
Para a sociedade como um todo, entretanto, essa condição cheia de verdades admitidamente efêmeras e fluidas não foi bem recebida ou compreendida. Segundo Harvey (1989), por exemplo, mesmo renomados escritores modernistas, como Goethe, Marx, Bauldelaire e Dostoiévski se debateram ao encarar um mundo onde, como diria Bernan (1982), “tudo o que é sólido se desmancha no ar”. O efeito colateral desse estranhamento e falta de compreensão foi a gradual subvalorização do fato como verdade possível, a relativização vazia do conhecimento e o próprio ceticismo que por vezes se aproximava de um total niilismo, em um processo que fez o filósofo Zigmunt Bauman (1925-2017) preferir chamar a pós-modernidade de “modernidade líquida”.
A manifestação máxima desse processo se dá na, ora inocente, ora oportunista, negação de fatos muito bem evidenciados e de teorias robustas, resultando em aberrações sociais como a disseminação da crença de que a terra seja plana, a negação do Holocausto, do comércio negreiro, do aquecimento global ou mesmo da teoria da evolução. Em última instância, se fatos históricos e teorias tão corroborados são descartados podemos imaginar o que se passaria com os referenciais morais e humanísticos cuja construção é, naturalmente, tão mais delicada. Nesse contexto, tanto a condescendência com as fake news quanto o incêndio do Museu Nacional podem ser entendidos como efeitos colaterais perversos da principal característica de uma condição pós-moderna mal compreendida, o total desprezo pelos fatos. Você já parou para pensar no que se esconde por trás da desvalorização e seguidos ataques a professores? Pois bem…
Os progressos na ciência e em nossa relação com o mundo são inegáveis, como já defendido acima. A nossa ciência contemporânea e sua filosofia entendem, entretanto, que por mais robustas e próximas da realidade que suas hipóteses e teorias estejam, elas sempre poderão ser aprimoradas ou mesmo substituídas por modelos mais explicativos. Isso é um preceito básico totalmente necessário ao seu aprimoramento e é exatamente seu diferencial em relação às estruturas de saber dogmáticas ou religiosas. Longe de ser um defeito, esse é o grande poder por trás da ciência.
Encontrar estratégias para contar essa complicada história e reconectar as pessoas com as diferentes modalidades do saber é hoje, sem dúvida, o grande desafio de professores e cientistas. Somente assim seremos capazes de minar as raízes de processos tão perniciosos quanto a disseminação de notícias falsas, a crescente desvalorização de nosso patrimônio cultural e a própria derrocada dos valores humanísticos construídos cuidadosamente por filósofos ao longo dos últimos dois mil anos de nossa história.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Exposição Caminhos da Educação Patrimonial

Estimados seguidores do Blog Informação em cena,

     Compartilho com vocês a abertura da Exposição Caminhos da Educação Patrimonial, ontem, dia 30 de novembro de 2018, na Escola Estadual Cidadã Integral Presidente João Goulart, no bairro Castelo Branco, em João Pessoa.
A Exposição Caminhos da Educação Patrimonial foi idealizada como síntese das atividades de Educação Patrimonial desenvolvidas pelo Projeto de Extensão intitulado “(In)Formação patrimonial como instrumento de promoção e vivência da cidadania” no âmbito do Programa de Bolsa de Extensão (PROBEX) Edição 2018 da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O referido projeto possui vinculação à Rede de Pesquisa e (in)formação em Museologia e Patrimônio (REDMUS) da UFPB. Constituiu-se objetivo do projeto desenvolver atividades práticas de informação e educação patrimonial junto aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Cidadã Integral Presidente João Goulart, como forma de provocar nos estudantes atitude protagonista de (re)conhecimento, uso e apropriação dos bens culturais que compõem o Patrimônio Cultural Brasileiro.
A informação é essencial para promover a conscientização de que o patrimônio cultural é um bem coletivo e que precisa ser preservado. A informação patrimonial constitui-se insumo para a educação patrimonial. Esta, por sua vez, é compreendida como um processo permanente e sistemático de trabalho educacional, centrado no patrimônio cultural como fonte primária de conhecimento e enriquecimento individual e coletivo. As bases para a educação patrimonial se encontram no conhecimento crítico e na apropriação consciente pelas comunidades acerca do seu patrimônio.
O projeto “(In)Formação patrimonial como instrumento de promoção e vivência da cidadania” ancorou-se na metodologia de atividades práticas de educação patrimonial da Educadora e Arquiteta Evelina Grunberg, que adota as seguintes etapas: Observação (como primeira estratégia de percepção sensorial do patrimônio cultural), Registro (do patrimônio cultural observado), Exploração (do patrimônio cultural observado e registrado) e Apropriação (do patrimônio cultural, observado, registrado e analisado).
     A abertura da Exposição Caminhos da Educação Patrimonial apresenta algumas das atividades desenvolvidas pelo projeto. Para além disso, é uma manifestação da certeza que temos de que a informação e a educação patrimonial propiciam que estabeleçamos relação de afetividade e sentimento de pertença ao patrimônio. Não só isso, mas propiciam que sejamos agentes transformadores da preservação do patrimônio cultural que faz parte da nossa própria história.
Nossos agradecimentos ao Diretor da Escola, Professor Felipe Baunilha, ao corpo docente e técnico da Escola e, especialmente, a cada um dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio (Turma: Eventos) envolvidos no projeto.

Foi imensamente prazeroso estar com vocês!

Luciana Costa
Coordenadora do Projeto de Extensão















quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Entrevista com a Professora Doutora Teresa Scheiner

Prezados seguidores,

Compartilho que consta da última edição da revista PontodeAcesso do Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba, lançada no dia 22/10, entrevista que tive a honra de realizar com a Professora Doutora Teresa Cristina Moletta Scheiner.

A ilustre professora é Bacharela em Museologia pelo Curso de Museus do Museu Histórico Nacional. É Mestre e Doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, coordena o Doutorado em Museologia e Patrimônio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. As credenciais da Professora Teresa Scheiner poderá ser consultada em: http://lattes.cnpq.br/3365427281617058

Na entrevista, a Professora Teresa Scheiner fala sobre a formação em Museologia no Brasil e do convênio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro com o Museu de Astronomia e Ciências Afins no desenvolvimento do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (PPG-PMUS).

Para acesso à entrevista: https://portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/28431/16875

Na semana passada, entre 22 e 26/10, por ocasião do XIX Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB) em Londrina, estive com a entrevistada, especificamente, no GT 9 - Museu, Patrimônio e Informação. Segue aqui o registro fotográfico.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

RITUR publica Dossiê sobre "Museus, Turismo e Sociedade"

Caros seguidores e leitores do Blog Informação em cena,

Tenho a alegria intelectual de compartilhar que a Revista Iberoamericana de Turismo - RITUR acaba de publicar mais um número especial, seu Dossiê Número 4 sobre “Museus, Turismo e Sociedade”, em http://www.seer.ufal.br/index.php/ritur

Trata-se de uma edição editorada por mim e pela professora e amiga Fátima Nunes (da Universidade de Évora, Portugal)

O Dossiê traz textos de importantes estudiosos do Mundo dos Museus e da Museologia no âmbito nacional e internacional.

Convido-os a acessar o Dossiê! 

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Revista Iberoamericana de Turismo, v. 8 (2018)

Dossiê Número 4 "Museus, Turismo e Sociedade"

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Incêndio no Museu Nacional

Ontem, domingo (dia 02/9/2018), nós brasileiros fomos surpreendidos com uma tragédia: o incêndio do Museu Nacional. Ardia em chamas a nossa história, a memória, o nosso patrimônio cultural, anos e anos de trabalho e pesquisa.



Não canso de visitar a minha memória para rememorar a infância e adolescência visitando o Museu Nacional na Quinta da Boa Vista! Quanta saudade! Um lugar ímpar! Detentor de uma história e de um acervo fantástico!



Como não se revoltar contra o descaso do poder público às nossas instituições de memória? O descaso é geral: Educação, Saúde, Segurança, Cultura.

Como bem o disse o Marcelo Calero em seu Twitter: "Essa tragédia anunciada no Museu Nacional fez 207,7 milhões de vítimas, cada um de nós brasileiros", órfãos de seus registros culturais.

#LutoMuseuNacional

sábado, 1 de setembro de 2018

Revista PG&C publica nova edição


Prezados,

A revista Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C) acaba de publicar seu último número, disponível  em: http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pgc.

Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os itens de interesse.

Agradecemos a atenção e o apoio constante em nosso trabalho,

Luciana Costa e Jorge Gomes
Editores de la PG&C

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La Perspectivas em Gestão & Conhecimento (PG&C) acaba de publicar su último número en: http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pgc.

Les invitamos a consultar la tabla de contenidos para acceder los materiales de su interés.

Gracias por el interés y por la colaboración constante.

Luciana Costa y Jorge Gomes
Editores da PG&C
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The Perspectivas em Gestão & Conhecimento has just published its latest issue at http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pgc

We invite you to review the table of contents and then access articles and items of interest.

Thanks for the continuing interest and collaboration.

Luciana Costa and Jorge Gomes
Editors

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Perspectivas em Gestão & Conhecimento
v. 8, n. 2 (2018)
Sumário
http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pgc/issue/view/2054

Editorial | Editor's Letters
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PERSPECTIVAS EM GESTÃO & CONHECIMENTO: COMPARTILHANDO AS PARCERIAS (1-3)
        Jorge de Oliveira Gomes,        Luciana Ferreira da Costa

Relatos de Pesquisa | Research Articles
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FATORES FACILITADORES DA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL PARA A CRIAÇÃO DE
SIGNIFICADO EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PRIVADAS DE CURITIBA E
REGIÃO METROPOLITANA (4-21)
        Francisca Magalhães de Alcantara,       Helena de Fátima Nunes Silva

AMBIENTES DETERMINANTES AO COMPARTILHAMENTO DO CONHECIMENTO EM
ORGANIZAÇÕES DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: UM ESTUDO DE
MÚLTIPLOS CASOS (22-42)
        Patrícia Fernanda Dorow,        Bruna Devens Fraga,     Gregório Varvakis

BARREIRAS, ELEMENTOS DIFICULTADORES E FATORES CRÍTICOS NA IMPLEMENTAÇÃO
DA GESTÃO DO CONHECIMENTO: UMA REVISÃO DA LITERATURA (43-61)
        Fabrício Burger,        Rodrigo Kraemer,        Gertrudes Aparecida Dandolini,  João
        Artur de Souza, Patrícia de Sá Freire

O PAPEL DA COMUNICAÇÃO NA GESTÃO DO CONHECIMENTO: ASPECTOS RELEVANTES E
ESTÍMULO A NOVAS PESQUISAS (62-81)
        Angela Pizzaia, Paulo Marcelo Ferraresi Pegino, Júlio Ernesto
        Colla,  Nelson Nunes Tenório Júnior

O COMPARTILHAMENTO DO CONHECIMENTO NA CADEIA PRODUTIVA DOS PEQUENOS FRUTOS
(82-106)
        Roberta Rodrigues Faoro,        Chariel Simioni de Oliveira,    Marcelo Faoro de Abreu

GRUPOS DE PESQUISA: DINÂMICA DO COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO (107-125)
        Alice Munz Fernandes,   Rejane Remussi, Fernanda Pauletto D'Arrigo,     Ana Cristina Fachinelli

REDES SOCIAIS E RECURSOS EM EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA: UM ESTUDO
EXPLORATÓRIO (126-144)
        Mário Sacomano Neto,    Gabriela Locachevic

REDES DE COLABORAÇÃO DAS EMPRESAS DE SOFTWARE: ESTUDO DAS PRÁTICAS DE
INOVAÇÃO ABERTA (145-161)
        Ana Clara Cândido

A EFETIVIDADE INFORMACIONAL DOS PORTAIS DE TRANSPARÊNCIA GOVERNAMENTAIS NA
PERSPECTIVA DO CIDADÃO (162-178)
        Maciel Carlos Antunes

EXPERIÊNCIA DIDÁTICA NA APLICABILIDADE E ESTRUTURAÇÃO DA APRENDIZAGEM
BASEADA EM PROBLEMAS (ABP): PERCEPÇÕES DOS ALUNOS DO CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO (179-193)
        Andre Luiz Barbosa Silva

Entrevistas | Interview
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REFLEXÕES SOBRE O ESTADO DA ARTE DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO E DO
CONHECIMENTO POR  EMEIDE NÓBREGA DUARTE (194-204)
        Luciana Ferreira da Costa,  Jorge de Oliveira Gomes,  Emeide Nóbrega Duarte, Marta Lígia Pomim         Valentim

Expediente | About this Issue
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EXPEDIENTE DO VOLUME 8, NÚMERO 2 DE 2018 DA PG&C (205-214)
        Luciana Ferreira da Costa

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Perspectivas em Gestão & Conhecimento
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc